Hugo Chávez veio à Europa e todos lhe prestam vassalagem. Vá a Espanha, Portugal ou França, e a reacção é sempre a mesma, estando à espera de uma resposta em valores monetários.
Portugal não é indiferente, e Sócrates também não! Aliás, o Primeiro-Ministro tem sabido escolher os parceiros estratégicos para o crescimento económico do país: Líbia, Venezuela, China e Angola. Tudo em nome do crescimento e da estratégia.
As políticas ficam para quem as pratica, pensando sempre primeiro nos objectivos individuais, em deterimento dos objectivos colectivos do país.
O que é que a Líbia, a Venezuela e Angola podem dar ao país, sem ser o fornecimento de combustíveis fósseis? Para quem toma o ambiente como um dos paradigmas governamentais, eu diria que está a entrar em contradição…
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