“O produtor musical Tózé Brito considera necessário que o Governo faça um acordo com as operadoras de telecomunicações portuguesas para cortar o acesso à Internet a quem descarregue músicas ilegalmente.
«Quando as pessoas ou as empresas compreenderem que o fornecedor de Internet lhes veda o uso, por causa de downloads ilegais, o fenómeno desaparecerá», afirmou hoje em declarações à agência Lusa, frisando que tal começa já a suceder em países como a Irlanda, a França ou o Reino Unido.“
E quando as editoras discográficas, para quem o sr. Tozé Brito trabalha e extrai o máximo lucro que pode obter, baixarem os preços, talvez comecemos a deixar de fazer downloads “ilegais”.
Mesmo assim, ainda continuo por saber o que se entende por “ilegal”, pelo menos para o sr. Brito. Se pedir 20 euros ou mais por um CD ou se a ausência de acesso à cultura…
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